O patrimônio prisional: estética do sofrimento, fetiche e reflexão

Viviane Trindade Borges, Myrian Sepúlveda dos Santos

Resumo


A patrimonialização  dos espaços prisionais tem trilhados  caminhos  controversos. De um lado, apagamentos coadunam com  um passado transmitido de forma fetichizada. De outro, observamos   tentativas   de  provocar   a  reflexão  social  frente  aos  problemas  que  envolvem   a experiencia   de  encarceramento. lntencionamos, aqui,  analisar  dois  aspectos  a respeito  deste embate: o primeiro, remete  para  a estetização  do  sofrimento atrelada  a alguns  processos  de monumentalização que tornam  o patrimônio prisional objeto  de fetiche  e vazio de significados; o segundo, desvela exemplos  em que os caminhos  trilhados  pelo patrimônio e suas opções de transmissão do passado, permitem e/ou instigam a empatia e a conexão como presente.

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 ISSN 2184-3805